INSTITUCIONAL

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OBJETIVO

Temos como foco central o apoio e acolhimento a mulheres estrangeiras na condição de egressas do sistema penitenciário paulista.

PRIMEIRA ETAPA

O projeto nasceu da certeza de que o processo de reintegração social das mulheres estrangeiras na condição de egressas só é possível a partir de políticas e serviços que tenham como ponto de partida a construção da autonomia e o protagonismo social. Sua idealização passa, também, pela garantia e efetivação dos direitos, principalmente pela estruturação do entendimento de que todo e qualquer ser humano tem direitos e responsabilidades, condição básica para o convívio em sociedade.

Sob esse prisma, o objetivo é firmar e construir parcerias com entidades, como Obra Social Dom Bosco, Fundo de Solidariedade e Sebrae, para oferta de cursos profissionalizantes. 

EMPREGABILIDADE

O projeto tem como parceiros Projeto Responsa, confecção Joaquina Brasil e apoios institucionais da Defensoria da União, Pastoral Carcerária, Secretaria de Administração Penitenciária do Estado de São Paulo, por meio da Penitenciária Feminina da Capital (PFC) e Penitenciária Feminina de Progressão do Butantã.

ACOLHIMENTO

Por meio da Associação Nossa Senhora Aparecida – Irmãs Palotinas, de São Paulo (SP), o projeto acolhe mulheres estrangeiras que saíram do presídio e que ainda terão que permanecer na cidade para cumprimento de pena. Em sua maioria, são mulheres de vários países da América Latina, do Continente Africano e da Europa, que necessitam permanecer por um ou dois anos em São Paulo e não têm como contar com suas famílias.

 

Em função do aumento da violência, não apenas na cidade de São Paulo como em todo país, o projeto propõe ainda a abertura de uma casa para acolher essa mulher estrangeira na condição de egressa com dignidade. O objetivo é trazer luz à realidade vivida por elas dentro e fora do Sistema Prisional Paulista. 

O projeto é, portanto, resultando de um amplo e constante diálogo, pesquisas, estudos e reuniões, tendo como cerne a elaboração de serviços adequados à realidade da mulher estrangeira egressa. 

Márcia Heleno

Assistente Social/Gestora